UJS e as Políticas Públicas para a Juventude
"[...]
Mais de 18 milhões de jovens (estavam) fora da escola e, que desses,
quase dois milhões eram analfabetos, 91,9% viviam em famílias com renda
per capita de até um salário mínimo e 70% habitavam a região mais pobre
do país, a região nordeste [...] O IBGE aponta que dos quase 16 milhões
matriculados nas escolas brasileiras, “66,3% estavam na faixa etária
entre 15 e 19 anos e 24,3% entre 20 e 24 anos. No ensino superior,
apenas 10,9% desse total”.
Outra questão preocupante é a alta incidência de
jovens encarcerados. “De um total de 301 mil presos, 65% tem entre 18 e
30 anos de idade. Além disso, “(…) esse contingente é majoritariamente
jovem, masculino e de baixa escolarização.” Em resumo, “o quadro
demográfico e os indicadores sociais que acompanham a situação da
juventude neste início de século são bastante complexos e, em grande
medida, dramáticos”.
Objetivos:
#Conhecer problemas decorrentes da inadequada e
anacrônica formulação de políticas públicas direcionadas à juventude
maringaense;
#Identificar as causas dessa tendência: interpretação equivocada sobre o que é a juventude; percepção nefasta que inverte o ciclo, tornando os jovens “sinônimos de problema”.
#Recomendar soluções possíveis para reverter o processo de exposição a situações de vulnerabilidade.
#Identificar as causas dessa tendência: interpretação equivocada sobre o que é a juventude; percepção nefasta que inverte o ciclo, tornando os jovens “sinônimos de problema”.
#Recomendar soluções possíveis para reverter o processo de exposição a situações de vulnerabilidade.