A riqueza da formação e
sentido do povo brasileiro é um de nossos maiores patrimônios. Ele é
resultado da miscigenação e da mestiçagem de três grandes grupos
civilizatórios: ameríndios, brancos portugueses e os negros africanos.
Essa bonita mistura é grandiosa e gerou um povo novo, uno, original. Mas
toda essa construção não aconteceu exatamente de forma pacífica e, até
hoje, mais de um século depois do fim da escravidão, os negros ainda são
vítimas de racismo e de exclusão social e econômica. Se é verdade que é
difícil ser jovem no Brasil, as dificuldades são ainda maiores quando
se trata da juventude negra.
Objetivos:
#Combater o racismo em todas as suas formas de manifestação, particularmente as ações sistêmicas que impedem o usufruto pleno dos direitos de cidadania.
#Combater todas as formas de discriminação de gênero, sistemáticas ou não, particularmente aquelas que afetam as mulheres negras, maiores vítimas do sistema racista e machista.
#Combater a exploração de classe em todas as suas manifestações, colocando-se ao lado dos interesses da classe proletária na sua luta plena pela emancipação do capital.
#Defender os legítimos direitos de todas as manifestações culturais e religiosas de matriz africana, lutando contra a sua folclorização e apropriação indevida pela indústria cultural.
#Combater o genocídio que o imperialismo pratica contra os povos africanos e afrodescendentes e das nações da periferia do capitalismo, genocídio este que se manifesta pela incitação às guerras pela indústria de armamentos, exploração das riquezas minerais e florestais, descapitalização das nações via o sistema financeiro internacional.
#Combater o neoliberalismo por entender este novo padrão de acumulação de riquezas como uma moderna forma de genocídio das populações não brancas.
#Combater o racismo em todas as suas formas de manifestação, particularmente as ações sistêmicas que impedem o usufruto pleno dos direitos de cidadania.
#Combater todas as formas de discriminação de gênero, sistemáticas ou não, particularmente aquelas que afetam as mulheres negras, maiores vítimas do sistema racista e machista.
#Combater a exploração de classe em todas as suas manifestações, colocando-se ao lado dos interesses da classe proletária na sua luta plena pela emancipação do capital.
#Defender os legítimos direitos de todas as manifestações culturais e religiosas de matriz africana, lutando contra a sua folclorização e apropriação indevida pela indústria cultural.
#Combater o genocídio que o imperialismo pratica contra os povos africanos e afrodescendentes e das nações da periferia do capitalismo, genocídio este que se manifesta pela incitação às guerras pela indústria de armamentos, exploração das riquezas minerais e florestais, descapitalização das nações via o sistema financeiro internacional.
#Combater o neoliberalismo por entender este novo padrão de acumulação de riquezas como uma moderna forma de genocídio das populações não brancas.